Menu


Telefone: (11) 3666-2529

E-mail: contato@clinicadecoracao.com.br
Horário de atendimento: de Segunda a Sexta das 9h às 17h e de sábado das 9h às 13h
Bem Vindos à Clínica DECORação. Nossa equipe de profissionais está pronta para lhe atender. Os pacientes? Sua casa, escritório, quarto, sala, cozinha, ou qualquer outro ambiente que precise passar por uma repaginada no visual. Agende agora mesmo sua consulta!


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Como contratar um arquiteto?



Muitas pessoas tem dúvidas na hora de começar uma reforma, por menor que seja, de qual profissional devem contratar. Quando decidem pela contratação acertada de um arquiteto, começa mais um dilema. 

Como contratar esse profissional? O que esperar dessa parceria? Mas afinal, o que ele fará por mim e pelo meu projeto?

Perguntamos para a Arquiteta Ana Brito, da consultoria Arquiteto em Casa e para a Arquiteta Andrea Glezer da ARZ Design quais são as melhores dicas na hora de escolher um profissional adequado para acompanhar esse processo.

O primeiro cuidado deve ser contratar um profissional com registro no CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo. Esse registro assegura que qualquer intercorrência no processo seja averiguada por um órgão vigente, além de permitir que o arquiteto emita as certidões e documentações de responsabilidade técnica necessárias para qualquer tipo de obra.

As duas arquitetas acreditam que é fundamental para o cliente pegar referências do profissional antes de contratar, como trabalhos já feitos. “Informe-se sobre o histórico do arquiteto e se possível pegue referências com clientes antigos para assegurar-se de uma contratação séria e comprometida” , ressalta a arq. Andrea Glezer.
Outro ponto fundamental do relacionamento e da escolha do profissional, é a simpatia não só pelo estilo do trabalho mas pessoal também. “Analise o portfólio do profissional para verificar se gosta do seu trabalho, mas mais importante do que o estilo dos projetos, eu acredito que seja a forma de projetar. Além disso, deve-se identificar com o profissional, ter um bom relacionamento, porque terão contato por um bom tempo, e o melhor é que isso seja agradável”, salienta a arq. Ana Brito

O profissional de arquitetura, ao projetar, principalmente uma residência, acaba de certa forma entrando a fundo na vida do cliente, pois precisa de muitos detalhes do seu cotidiano para criar um espaço que seja adequado e confortável à sua rotina, aliando a isso estética e um bom custo. Por isso o bom relacionamento e a parceria são fundamentais.

Após a escolha do profissional deve-se fazer um contrato entre as partes para que todas as etapas fiquem claras, além das formas de pagamento, número de revisões de projeto e serviços inclusos, como explica a arq. Ana: “O resultado final de um projeto sofre, muitas vezes, alterações de acordo com os seus gostos e preferências, então o mais importante é que as etapas estejam esclarecidas anteriormente, e que você goste de como o arquiteto conduz o seu trabalho. Deve ser feito um contrato que explique o escopo, os prazos e as formas de pagamento, e assinado por ambas as partes.”

O arquiteto pode oferecer inúmeros serviços, que podem ser contratados juntos ou separados. Para a arq. Andrea, o arquiteto deve ser capaz de oferecer projeto, acompanhamento de obra, assessoria na compra de mobiliário, assessoria na contratação de empresas e serviços que sejam importantes para a execução do projeto proposto, como por exemplo, marcenaria.  Há também profissionais especializados em projetos comerciais, de loja, paisagismo, entre outros.

Já a arq. Ana acredita que hoje existe uma demanda maior para os serviços rápidos e de consultoria, onde o cliente não quer um relacionamento extenso com o profissional mas precisa de algum tipo de ajuda técnica para prosseguir e validar suas ideias. “Muitos escritórios têm oferecido consultorias de arquitetura e decoração. Nesse serviço, o profissional vai até você e, durante um período pré-estabelecido, esclarece as suas dúvidas, apresenta soluções e lhe ajuda a definir revestimentos e acabamentos para os ambientes. A consultoria pode ser mais técnica ou decorativa, dependendo da sua necessidade”, Ana diz.

Muitas pessoas, mesmo depois desse processo ainda temem que o resultado esperado não corresponda com as expectativas, tanto em estilo, prazo ou custo. Isso pode acontecer, mas ambas as partes tem que ser flexíveis nesse momento e chegarem a um acordo. O arquiteto não pode impor um estilo que não combine com o cliente, ou obras muito acima do seu orçamento para que não haja frustração e o sonho fique maior do que a realidade. Por outro lado, o cliente tem que saber ouvir as indicações do profissional para que todos os itens que envolvem um projeto funcionem de forma harmônica. Não adianta querer colocar um sofá lindo numa sala onde ele não cabe ou irá atrapalhar a circulação por exemplo. Tudo deve ser pensado, até mesmo se o sofá poderá passar pela porta ou caberá no elevador do prédio. Esse é um processo que só o profissional poderá auxiliar, pois tem uma visão de todos os aspectos envolvidos.

Para a arq. Ana, o arquiteto na maioria das vezes pode revisar o projeto para que se adeque ao estilo do cliente, desde que acordado em contrato. Também acredita que é importante ouvir as ideias vindas dele e agrega-las ao projeto, se possível.

Para Andrea também é importante que o cliente dê pistas do que deseja. “O bom arquiteto ou capta a essência da proposta ou declina o trabalho caso não se sinta confortável com o design pedido”, ela diz.

Começar uma obra, um projeto, não é fácil, envolve tempo, dinheiro, sonhos e muitas vezes necessidades urgentes. Porém com um bom profissional ao seu lado, planejamento e parceria, além de um melhor custo-benefício o resultado sem dúvida será melhor e mais duradouro.

Contatos:
Arq. Ana Brito – Arquiteto em Casa – www.arquitetoemcasa.com.br
Arq. Andrea Glezer – ARZ Design - www.arzdesign.com.br 


Gostou do texto de hoje? Comente aqui com a gente! 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

7 dicas de decoração para quem tem animais de estimação

Os bichinhos de estimação fazem parte da família e, na maior parte do tempo, estão nos sofás, camas, tapetes ou circulando pela casa.
Essas 7 dicas mostram que é possível ter pets e não abandonar a boa decoração do seu lar. 


fonte: google


1. Piso


fonte: casa.com

Se for reformar, pense bem antes de escolher o piso. Primeiro, fuja de carpetes que acumulam pelos, sujeiras e são super difíceis de limpar. O piso de madeira é uma boa opção, mas cachorros de grande porte podem arranhá-lo com as unhas enquanto correm. Pedras naturais como mármore e granitos são muito porosos e um xixi no local errado pode virar uma mancha permanente. Devido a facilidade na limpeza e ser pouco escorregadio, o cimento queimado é uma ótima opção. Mas, uma opção que agrada a maioria das pessoas, é fácil de limpar e difícil de arranhar, são as cerâmicas, só tome cuidado para que não sejam muito lisas, ficam escorregadias e quando o cachorro corre é mais difícil "frear", o que pode prejudicar as articulações.


2. Pintura

Bichinhos que ficam dentro de casa sempre acabam passando as patinhas nas paredes, portas e batentes para pedir algo, então logo mais, sua parede branquinha estará toda manchada. A dica é aplicar nas paredes uma tinta com acabamento acetinado que, além de ser mais sofisticada, é fácil de limpar.


3. Tapetes

fonte: google

Muitos cachorros, para chamar atenção dos donos, quando ficam sozinhos, fazem xixi nos tapetes, se esse for o caso do seu pet, talvez o melhor seja não ter tapetes. Para quem optar por colocar um tapete, que tem sua importância da decoração, a dica é que seja um tapete de fio curto, para não acumular muitos pelos e ser mais fácil de limpar. A melhor opção de tapete para quem tem pet são os de sisal ou os de fibra sintética que imitam o sisal.


4. Plantas

Plantas são muito utilizadas na decoração de ambientes, mas quem tem um animal de estimação deve tomar cuidado. Se a planta estiver ao alcance do pet certifique-se que não é uma espécie venenosa. Essa dica vale especialmente para os filhotes que são muito curiosos e comem de tudo.


5. Estofados

Para evitar acidentes nos estofados, como puxar linha ou sujeira trazida nas patas, indicamos uma capa sob medida para seu sofá. A capa deverá ser de um tecido com tramas fechadas, como microfibra ou poliéster, para evitar que os bichinhos não enrosquem as unhas e puxem os fios.

 fonte: pinterest



6. Objetos decorativos

O ideal é que fiquem sobre prateleiras para o pet não ter fácil acesso. Mas no caso de gatos, mesmo colocando os objetos sobre as prateleiras é importante que eles não sejam frágeis. Se optar por colocar objetos em locais baixos como mesinha de centro ou rack, opte por itens que não sejam pontiagudos e que sejam mais pesados, afinal você não vai querer seu labrador abanando o rabo e derrubando todos os objetos da sua mesinha.


fontes: pinterest e casa.com



7. Área para o pet

Segundo especialistas em comportamento canino, é importante que os pets tenham seu próprio espaço para brincar e relaxar. Então reserve um espaço na casa, que seja agradável e confortável, para ser o cantinho do seu pet. Lá ele encontrará sua cama e seus brinquedos. Isso evita, caso os donos não gostem, que ele fique no sofá e na cama. Neste, ou em outro espaço, você poderá sempre deixar água fresca e servir sua alimentação.


fonte: pinterest

Autora: arquiteta Ana Brito






segunda-feira, 29 de junho de 2015

Casa Cor 2015

Os ambientes da Casa Cor 2015 foram direcionados por dois principais temas: Brasilidade e Sustentabilidade. Era possível encontrá-los nas composições, tapetes, móveis, decorações e até nos arranjos florais.
A equipe da Clínica Decoração esteve lá e vai mostrar um pouquinho do que a mostra apresentou esse ano.




Casa Flamboyant - arquiteto Dados Castelo Branco


Loft Morar Brasileiro em Miami - arquiteta Myrna Porcaro



Espaço Brasil de Pau a Pique - arquiteto Roberto Migotto



Quarto do menino - designer de interiores Patrícia Pasquini


Estar da Família - arquiteta Paula Magnani


Acqua Que Te Quero Água - arquiteta Brunete Fraccaroli



Apartamento Alto de Pinheiros - arquiteta Cilene Monteiro Lupi


Espaço da Família - designer de interiores Francisco Cálio


Estar São Paulo Rio - M3 arquitetura


Autora: arquiteta Ana Brito















sexta-feira, 19 de junho de 2015

Como escolher o tapete ideal para a sala

O tapete da sala é um item decorativo, deixa o ambiente acolhedor, aconchegante e confortável. Mas além disso, o tapete tem a função de emoldurar os móveis e delimitar espaços.
É muito importante escolher um tapete que se harmonize com a decoração da sua sala, se tiver medo de errar, opte por tons neutros. 
Pode utilizar tapetes mais finos no verão, como o kilim indiano, e no inverno deve abusar dos tapetes de fio alto.
Uma outra dica para não haver erros na escolha do tapete é deixar para compra-ló após todos os móveis estarem no ambiente. Dessa forma, conseguirá visualizar qual o melhor tom para compor com o ambiente.


Nesse projeto foi utilizado um tapete de cor 
neutra, um pouco mais claro que o tom do sofá.
Projeto atw arquitetura

Nessa sala a escolha do tapete está relacionada 
diretamente com as estampas das almofadas e poltrona.
Projeto atw arquitetura


Quanto ao tamanho do tapete, conforme mencionado, ele deverá emoldurar a sala. O melhor é que esteja cerca de 30 a 50 cm por baixo do sofá e que tenha uma sobra de 20 a 30 cm nas laterais do sofá. Por exemplo, se o seu sofá tiver 2,10 m de largura, o tapete deverá ter, no mínimo 2,50 m de largura.
Para entender melhor como deve ficar o tapete em relação aos móveis da sua sala, segue uma ilustração:




















Autora: arquiteta Ana Brito